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26
sáb
Memorial da Vale recebe o artista barranqueiro Davi Nascimento de Jesus @Memorial Vale
out 26@11:00 am – dez 8@4:00 pm
Memorial da Vale recebe o artista barranqueiro Davi Nascimento de Jesus @ Memorial Vale

O Memorial da Vale, por meio do Edital Novos Artistas Mineiros no Memorial Minas Gerais Vale 2019, leva a Belo horizonte a mostra O suor da testa dentro dos marimbondos, do artista Davi de Jesus do Nascimento. A obra estará no Memorial Vale entre os dias 26 de outubro e 08 de dezembro. A entrada é gratuita.

O suor da testa dentro dos marimbondos apresenta um conjunto de obras feitas a partir da vivência do artista às margens do rio São Francisco, entre ossadas de peixes e fotografias da família com textos poéticos sobre as fotos. 

Com a curadoria de Júlio Martins e o comitê de seleção formado por Júlio Martins, Maria Angélica Melendi, Wagner Tameirão, Gabriela Brasileiro e Gustavo Rodrigues, a exposição reconstrói elementos do cotidiano, banhados em aspectos místicos e sagrados das águas sanfranciscanas, cuja ancestralidade densa é reconhecida no próprio rio, vinculado intimamente à sua memória familiar ribanceira.

nov
16
sáb
A Mostra de animação Katsudo Shashin- Imagens em Movimento tem Festa de Encerramento @Sesc Palladium / Growleria de Arte
nov 16@1:34 am

 

 

Aconteceu do dia 12 ao dia 22 de novembro, no Sesc Palladium, a Mostra de animação Katsudo Shashin – Imagens em Movimento, com entrada Gratuita. No dia 19/11 (terça), a mostra teve, às 20h, uma sessão comentada por Ing Lee. Além disso, durante os dez dias que se seguiram do evento foram exibidos 26 filmes inéditos, de curtas, médias e longas-metragens da animação japonesa, o público também pode curtir algumas oficinas e debates.

Para encerrar com chave de ouro, neste sábado (23/11), é realizada na Growleria de Arte, localizada no bairro Funcionários, a Festa de Encerramento do Festival, também com entrada gratuita e aberta ao público. As atrações da noite de sábado serão: do baixista e produtor musical Hugo Noguchi, conhecido pelo projeto experimental Yukio e pela banda slvdr, e o duo REIK REIK, integrado por Stephanie Tollendal e Raul Costa. A festa tem por objetivo finalizar a primeira edição do projeto por meio de um dialogo entre música, cinema japonês e a visão intimista e artística sobre  a diáspora asiática e sua vivência atualmente. Além dos shows, terá na festa a discotecagem da DJ Sara Mosli, uma setlist misturando sucessos ocidentais com Jpop, Shibuya Kei e new wave nipônica.

 

Confira alguns dos títulos exibidos na Mostra Katsudo Shashin – Imagens em Movimento:

19/11 – TERÇA-FEIRA

18h30 – ANIMARAMA – OS FILMES EXPERIMENTAIS DE OSAMU TEZUKA

New Treasure Island (A Ilha do Tesouro), Osamu Tezuka, 1965, 53’, 10 anos

20h – FILMES DE POLÍTICA NACIONAL – CINEMA DO PÓS-GUERRA NA ERA SHOWA

Momotaru no Umiwashi (As Águias Marinhas de Momotaru), Mitsuyo Seo, 1943, 37’, 10 anos

Namakegitsune (A Raposa Preguiçosa), Sanae Yamamoto,1941, 11’, 10 anos

Kyodai koguma (Os Três Irmãos Ursos), Sanae Yamamoto, 1932, 11’, livre

Ahiru rikusentai (A Infantaria dos Patinhos), Mitsuyo Seo, 1941, 11, livre

Sessão comentada por Ing Lee – com interpretação em libras

 

20/11 – QUARTA-FEIRA

17h – FILMES DE POLÍTICA NACIONAL – CINEMA DO PÓS-GUERRA NA ERA SHOWA

Fuku Chan no Sensuikan (O Submarino de Fuku Chan), Ryuichi Yokoyama e Isoji Sekiya, 1944, 33’, 10 anos

Arichan (A Formiga), Mitsuyo Seo, 1941, 11’, livre

Kokka Kimigayo (Kimigayo), Noburo Ofuji, 1931, 3’17”, livre

18h30 – FILMES CHIBI – HERANÇA DISNEY

Ie Naki Ko (Remi, o Garoto Abandonado), Osamu Dezaki, 1977, 91’, livre

20h30 –  ANIMARAMA – OS FILMES EXPERIMENTAIS DE OSAMU TEZUKA

Kureopatora (Cleopatra), Osamu Tezuka e Eiichi Yamamoto, 1970, 112’, 18 anos

 

21/11 – QUINTA-FEIRA

19h30 – ANIMARAMA –  OS FILMES EXPERIMENTAIS DE OSAMU TEZUKA (sessão em audiodescrição)

Tenrankai no E (Quadros de Uma Exposição), Osamu Tezuka, 1966, 32’, 12 anos

Yasashii Lion (O Leãozinho Gentil),  Osamu Tezuka, 1969, 27’, 12 anos

21h –  ANIMARAMA – OS FILMES EXPERIMENTAIS DE OSAMU TEZUKA

Ningyo (A Sereia), Osamu Tezuka, 1956, 08’, livre

Cigarettes and Ashes (Cigarros e Cinzas), 1965, 03’, 18 anos

Souseiki (Genesis), Osamu Tezuka, 1968, 03’, 18 anos

Memory (Memória), Osamu Tezuka, 1968, 05’, 16 anos

Male (Macho), Osamu Tezuka, 1962, 03’, 16 anos

Aru Machi Kado no Monogatari (Histórias de uma Esquina), Osamu Tezuka, 1962, 38’, livre

 

22/11 – SEXTA-FEIRA

18h30 – ANIMARAMA – OS FILMES EXPERIMENTAIS DE OSAMU TEZUKA

Senya Ichiya Monogatari (As Mil e Uma Noites), Eiichi Yamamoto, 1969, 128’, 18 anos

21h30 – MOSTRA NOBURO OFUJI – FILMES CHYOGAMI

Kujira (A Baleia), Noburo Ofuji, 1952, 9’, 12 anos

The Making of color animation (Como fazer uma animação em cores), Noburo Ofuji e Shingeji Ogino, 1937, 03’, livre

Kastura Hime (Princesa Katsure), Noburo Ofuji, 1937, 02’, livre

Kokoro no chikara (Força de Vontade), Noburo Ofuji, 1931, 18’, livre

Yuurei Sen (O Navio Fantasma), Noburo Ofuji, 1956, 11’, 14 anos

 

 – Festa de Encerramento do Festival Katsudo Shashin- Imagens em Movimento

Data: 23/11- sábado

Horário: 18h

Local: Growleria de Arte – https://www.facebook.com/growleriadearte/

Endereço: Rua Sergipe, 629, bairro Funcionários.

Entrada gratuita

Informações:

Instagram: @katsudoshashin

Facebook: https://www.facebook.com/festivalkatsudoshashin/

CCBB-BH e CASACOR Minas apresentam a exposição: Caravana Modernista @CCBB-BH
nov 16@9:00 am – 9:00 pm
CCBB-BH e CASACOR Minas apresentam a exposição: Caravana Modernista @ CCBB-BH

Inspirada pelo episódio – conhecido como Viagem da Descoberta do Brasil – a equipe da CASACOR Minas empreendeu a Caravana Modernista, uma jornada que permitiu uma viagem no tempo, revisitando aspectos artístico-culturais ligados à produção do período modernista no Brasil. De Belo Horizonte a Cataguases, na mesorregião da Zona da Mata, o roteiro de quatro dias também foi encorajado por outro motivo: Na última edição que marcou os 25 anos da CASACOR Minas, a mostra foi realizada pela primeira vez no Palácio das Mangabeiras, antiga residência oficial dos governadores do Estado de 1955. Com projeto paisagístico de Burle Marx e sugestões arquitetônicas de Oscar Niemeyer, o edifício mantém nítida a plasticidade das formas, característica que é típica da produção modernista.

 

A expedição que partiu do Palácio das Mangabeiras rumo à cidade de Cataguases, revela importantes fatos históricos e um rico acervo que apresentam o pioneirismo da produção modernista brasileira. Os resultados e materiais coletados poderão ser conferidos durante uma exposição no CCBB-BH entre 13/11 e 16/12. Viajar no tempo para revisitar aspectos artístico-culturais ligados à produção do período modernista do Brasil. Esse é o objetivo da Caravana Modernista. A ideia nasceu quando o idealizador da proposta traçou uma linha do tempo a partir do momento em que soube que a CASACOR Minas seria realizada no Palácio das Mangabeiras.

Exposição “Não Há Estagnação – Apenas Movimentos Tempestuosos” @Museu Mineiro – Sala de Exposições Temporárias II
nov 16@10:00 am – 7:00 pm
Exposição “Não Há Estagnação - Apenas Movimentos Tempestuosos” @ Museu Mineiro – Sala de Exposições Temporárias II

Uma grande exposição temporária com cerca de 58 trabalhos de artistas nacionais e internacionais acontece na sala de Exposições Temporárias II, do Museu Mineiro. Quadros, gravuras e esculturas cuidadosamente preservados, há décadas, nas reservas técnicas da Diretoria de Museus da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo.

 

Revelar obras não expostas permanentemente nos Museus é o tema de “Não Há Estagnação – Apenas Movimentos Tempestuosos”. A mostra foi inspirada em Kazimir Malevich, artista russo moderno, reconhecido pela vanguarda de seus discursos e por seu quadro “Quadrado Preto Sobre Fundo Branco”. Ele foi um dos inventores da arte não figurativa, ao lado de Kandinsky e Mondrian. “Malevich foi a inspiração para este trabalho que busca fortalecer o ímpeto criativo que movimenta as paredes dos museus. As obras apresentadas respiram e produzem nos visitantes novos diálogos e entendimentos sobre nossa constituição cultural de mineiridade”, afirma Rafael Perpétuo, curador e coordenador do Museu Mineiro.

 

 

Exposição fotográfica OP. VT @dotART galeria
nov 16@11:00 am – 4:00 pm
Exposição fotográfica OP. VT @ dotART galeria

A exposição fotográfica Op. VT de Vicente de Mello, é a junção de duas séries do artista: Vermelhos Telúrios e Opere, em um total de sete obras. Ambas trazem um registro documental que foi transformado, por meio de técnicas laboratoriais, de modo a alterar a interpretação.

 

Em determinadas obras foi feita uma solarização, em outras inversão e ação monocromática. Na ocasião da inauguração, haverá visita guiada com o artista e também o lançamento do livro-caixa Cinematógrafo.

 

Série Vermelhos Telúrios

Será possível conferir três obras da série Vermelho Telúrios, as paisagens “Floresta Temperada – Ilha de Chiloé”, “Mata Atântica I – Paraty” e “Galheta II – Florianópolis”.

Vicente de Mello explica que a inspiração para as fotografias foram os memoráveis slides dos anos de 1960, com lugares e monumentos pitorescos adquiridos em viagens turísticas. Com o passar do tempo, esses slides sofreram deteriorações químicas e ficavam com aspecto avermelhado.

Até mesmo as molduras dessas obras trazem as referências às cartelas de slides. São molduras escultóricas, brancas, que transformam as fotografias em gigantes slides de 120X120cm. Os registros trazem uma visão “de fora para dentro” da paisagem e têm sempre algum ângulo subvertido, no intuito de gerar ruídos na imagem.

 

Série Opere

Já na série Opere, quatro fotografias serão expostas: “A danação de Fausto”, “Ainda”, “Os sinos de Corneville” e “O navio fantasma”. Elas foram registradas quando Vicente de Mello fazia uma residência em Bruxelas, em 2013, e buscou recortes de uma parte moderna da cidade como cenário imaginário de suas óperas favoritas.

Assim como em Vermelhos Telúricos, as imagens foram captadas analogicamente em preto e branco. No momento da revelação, Vicente de Mello fez a inversão de positivo para negativo, transpondo um drama ainda maior para as obras.

 

Festival reúne música e grafite no Aglomerado da Serra @Rua Nova/Beco Santo Antônio - Serra
nov 16@11:00 am – 12:00 pm
Festival reúne música e grafite no Aglomerado da Serra @ Rua Nova/Beco Santo Antônio - Serra

Neste fim de semana, 16 e 17 de novembro, o festival Cenário da Serra ocupa o Beco Santo Antônio com programação cultural gratuita. Um enorme muro de arrimo será pintado por mais de 60 artistas. Na programação, tem shows de rappers como Fabrício FBC, Hot e Oreia e Mac Júlia, som na pista com a DJ Rafa Brasil, MC Laranjinha e os DJs de funk Menor da Serra e WS da Igrejinha; oficina de grafite, debate e até uma caminhada ecológica.

 

 

Os 65 artistas se inscreveram em uma convocatória online e, agora, irão dar mais vida ao enorme muro de arrimo localizado no Beco Santo Antônio. O grupo fará uma “Sopa de Letras”, tradição da arte de rua, em que diversos grafiteiros pintam palavras no muro, uma ao lado da outra. Quem não conseguiu se inscrever também poderá participar: uma parte do muro, que tem quase 1 km de extensão, ficará aberta para aqueles que quiserem levar seu próprio material e pintar.

 

Abaixo programação completa:

Data: 16 de novembro

Onde: Rua Nova/Beco Santo Antônio – Serra
Quanto: Entrada gratuita
Outras informações: @cenariodaserra
Programação:
13h – Caminhada ecológica
13h – Sopa de letras
13h – Roda de conversa com Thiago Lopes, dos projetos Vida Composta e Spiralixo
13h30 – DJ Rafa Brasil
14h30 – Diquebrada.Rec
15h30 – Mainart e Paiva
16h – Oficina de grafite com Goma
16h30 – Hot e Oreia
17h30 – MAC Júlia
18h30 –  FBC
19h30 – MC Laranjinha, DJs Menor da Serra e WS da Igrejinha

 

Data: 17 de novembro
Hora: 12h às 18h
Onde: Rua Nova/Beco Santo Antônio – Serra
Quanto: Entrada gratuita
Outras informações: @cenariodaserra
Programação:
13h – Caminhada ecológica
14h – Sopa de letras
14h – DJ Rafa Brasil
14h – Distribuição de mudas
16h – Oficina de grafite com Goma

WS Sunset – com Wesley Safadão e Vintage Culture @Rua Henriqueto Cardinale, 121
nov 16@3:00 pm – 10:45 pm
WS Sunset – com Wesley Safadão e Vintage Culture @ Rua Henriqueto Cardinale, 121

Neste sábado, 16 de novembro, desembarca na capital pela primeira vez, o evento WS Sunset, e traz os fenômenos da música Wesley Safadão e Vintage Culture, espaço Bella Vista. Uma experiência inesquecível ao pôr do sol, com palco 360 graus.

 

Comandada por Wesley Safadão, vai agitar o público com a energia do artista que move multidões em todo o país, no clima do verão, o repertório reúne os principais sucessos da sua carreira, em mais de duas horas de apresentação. Músicas como “Dois Lados”, “Igual Ela Só Uma” e “Só pra castigar”, fundamentais no setlist atual do cantor, se juntam a surpresas, em sua apresentação.

 

Além de Wesley, o WS Sunset será embalada por Vintage Culture. O dj ganhou o mundo em uma mistura do ‘velho’ com o ‘novo’ e hoje é o headliner em diversos festivais e eventos do Brasil. O evento ainda receberá os djs Vavá, e, Babi e o cantor Breno Gontijo, com seu som pop, tem mais de 6 milhões de streams no Spotify.

Festival de Forró Pé de Serra em BH @Serraria Souza Pinto
nov 16@5:00 pm
Festival de Forró Pé de Serra em BH @ Serraria Souza Pinto

O Festival Rootstock Brasil chega a Belo Horizonte. O evento conta com diferentes atividades artísticas que envolvem o Forró Pé de Serra, ritmo brasileiro envolvente que não deixa ninguém parado. O grande homenageado da 18ª edição do Festival é Jackson do Pandeiro, que comemora em 2019 o ano de centenário do seu nascimento.

 

Shows com alguns dos maiores artistas do gênero, como Geraldo Azevedo, Zeca Baleiro, Mariana Aydar e Mestrinho animam a festa. A programação conta também com apresentações de DJs, palestras, exposições, workshops de música e dança, além do Fórum Internacional de Forró. Cerca de 12 filmes e curtas metragem sobre ícones da cultura nordestina serão exibidos no Ciclo de Projeções “Território Ser(tão) Minas”.

 

Ingresso solidário

É obrigatória a doação de 1 litro de leite ou 1kg de alimento não perecível, exceto açúcar, farinha e fubá.

Cine Humberto Mauro exibe filmografia inédita dos portugueses Margarida Cordeiro e Antonio Reis @Cine Humberto Mauro – Palácio das Artes
nov 16@6:00 pm – 7:00 pm
Cine Humberto Mauro exibe filmografia inédita dos portugueses Margarida Cordeiro e Antonio Reis @ Cine Humberto Mauro – Palácio das Artes

A retrospectiva integral de uma das cinematografias mais emblemáticas do cinema português e mundial, Margarida Cordeiro e António Reis, será exibida no Cine Humberto Mauro de 15 a 21 de novembro.

 

 

As obras dos cineastas se caracterizam por uma observação atenta de personagens e das paisagens onde habitam, transcritos para uma linguagem cinematográfica de um rigor absoluto que convidam o espectador a se deixar levar pela potência de suas imagens em detrimento de uma fixação narrativa clara. Em Belo Horizonte, a mostra ganha um contorno curatorial específico com a inclusão de sessões especiais em diálogo com a obra de Margarida Cordeiro e António Reis. Serão exibidos filmes de Paulo Rocha, Pedro Costa e João Pedro Rodrigues, além de obras de cineastas admirados pela dupla e que, frequentemente, eram abordados em suas aulas sobre cinema. A programação conta, também, com palestras da pesquisadora Glaura Cardoso Vale, que vai debater essa cinematografia a partir da trilogia dos longas-metragens: Trás-os-montes (1976), Ana (1982) e Rosa de Areia (1989).

 

 

 A programação gratuita abrange a cinematografia integral da dupla, incluindo filmes que tiveram raríssimas exibições no Brasil, vários deles ainda inéditos em Minas Gerais.

BH Recebe o Espetáculo “Por que não vivemos?” @CCBB Belo Horizonte – Teatro I
nov 16@6:30 pm

 

 

O Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), localizado na Praça da Liberdade, recebe pela primeira vez em BH o espetáculo “Por que não vivemos?”, do dia 18 de outubro a 18 de novembro,  de sexta a segunda, às 19h30h. Os ingressos podem ser adquiridos pelo site Eventin ou na bilheteria do CCBB BH. A classificação indicada é a partir dos 16 anos.

 

A tradução e a montagem do espetáculo são da Companhia Brasileira de Teatro, o texto original de “Por que não vivemos?” é do dramaturgo russo Anton Tchekhov (1860-1904), descoberto por meados dos anos 20, nos arquivos do irmão de Tchekhov após a sua morte, e publicado no ano de 1923. A adaptação brasileira conta com a direção de Marcio Abreu e o elenco é composto por: Camila Pitanga, Cris Larin, Edson Rocha, Josi Lopes, Kauê Persona, Rodrigo Bolzan, Rodrigo Ferrarini e Rodrigo dos Santos.

 

“Por que não vivemos?” aborda temas como: transformações sociais através das mudanças internas do individuo, conflito entre gerações, questões do homem comum e do pequeno que existem em cada um de nós, o legado para as gerações futuras, tudo isso no ponto certo entre o drama e a comédia, com múltiplas linhas narrativas.

A adaptação do espetáculo não se passa em um local definido, assim como não acontece no período em que fora escrito. Mas é ambientada em uma propriedade rural de uma jovem viúva, onde a história se passa em meio a uma grande festa, em que Platonov, um aristocrata falido, marca presença. Ele se tornou professor, por despeito e para camuflar sua revolta contra seu falecido pai e a sociedade. Bem articulado, brilhante e sedutor, ele é admirado e invejado. Seu reencontro com Sofia, um amor de juventude, reaviva seu desespero.

 

O espetáculo “Por que não vivemos?” estreou em julho deste ano no CCBB do Rio de Janeiro, passou uma temporada no CCBB Brasília mês passado. O próximo a receber o espetáculo, em 2020, será o CCBB São Paulo.