A cidade como galeria. É com essa proposta que a artista visual, designer, produtora cultural e curadora musical, Paloma Parentoni, leva à Vitrine do Teatro Marília a exposição “O Trajeto do Afeto”. Até o dia 30 de setembro, a instalação transforma a fachada do teatro em um espaço de encontro entre arte e cotidiano, convidando quem passar pela Avenida Alfredo Balena a desacelerar por alguns instantes e experimentar uma relação mais sensível com a cidade. A visitação é gratuita e aberta ao público, sem limitação de horário.
A exposição “O Trajeto do Afeto” integra a programação do Circuito Municipal de Cultura, realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Instituto Odeon. Mais informações na página do Circuito Municipal de Cultura no Portal Belo Horizonte e no Portal PBH.

“O Trajeto do Afeto” é uma pesquisa artística iniciada por Paloma Parentoni em 2010, que investiga as relações entre memória, pertencimento, deslocamento e espaço urbano. Tendo o barco de papel como símbolo de travessia, cuidado e encontro, o projeto desenvolve intervenções urbanas, instalações e ações participativas que propõem pequenas rupturas no ritmo acelerado da vida cotidiana, criando oportunidades para o afeto emergir no espaço público.
Na vitrine do Teatro Marília, essa pesquisa encontra um novo território. Em vez de conduzir a obra para diferentes pontos da cidade, é a própria cidade que passa a encontrá-la. “A instalação se oferece ao olhar de quem atravessa a calçada, dissolve as fronteiras entre galeria e espaço urbano e transforma o percurso cotidiano em experiência estética. Sem portas, bilheteria ou horário de visitação, a obra permanece disponível ao encontro, reafirmando que a arte também pode acontecer no caminho, no acaso e na pausa”, diz Paloma Parentoni.
Serviço:
CIRCUITO MUNICIPAL DE CULTURA
Exposição “O Trajeto do Afeto”, da artista visual Paloma Parentoni
Quando. Até dia 30 de setembro
Onde. Vitrine do Teatro Marília (Av. Prof. Alfredo Balena, 586 – Santa Efigênia)
Quanto. Aberto ao público
Classificação. Livre
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