Chega hoje, 07 de janeiro, as plataformas digitais “Estúdio Casa Sol”segundo álbum solo do baterista e compositor mineiro Felipe Continentino, com 11 faixas que transitam entre o instrumental e a canção. Além do álbum, no YouTube foi lançada uma série documental de 6 episódios que revelam bastidores do processo criativo e de gravação que iluminam o espírito do trabalho. Trechos dessa série foram compartilhados também no Instagram.

As canções do disco desenham paisagens sonoras e passeiam por temas oníricos. Falam de sol, voo, sonhos. É, em boa medida, a forma como Felipe Continentino enxerga o mundo, compartilhando algumas reflexões e devaneios. “Cidade das Abelhas Solitárias” nasce da observação do compositor em seu jardim e dos olhares através dos cobogós que decoram sua casa. “Essa música tem um lado fantasia e um groove forte. Gosto muito dela. O sol também está muito presente nesse disco, no próprio nome. O sol, para mim, é um mistério”, comenta o músico, que se dedica com frequência a pesquisar assuntos relacionados à astronomia.
Ao longo de quase 15 anos de carreira, colaborou e gravou com artistas como Silva, Mike Moreno, Castello Branco, Toninho Horta, Fernanda Abreu, Wilson Sideral, Mahmundi, Roberto Menescal, Jennifer Souza e a banda Moons, entre outros. “Estúdio Casa Sol” é seu segundo disco autoral. A estreia veio com “Felipe Continentino”, de 2011. Sob o codinome PLIPP, Felipe Continentino lançou “Ephemeral” (2017), dedicado à música eletrônica.
Gravado no primeiro semestre de 2025 e viabilizado por meio da Lei Paulo Gustavo em Minas Gerais, “Estúdio Casa Sol” tem participações de Bruno Vellozo (baixo), Marcus Abjaud (piano e sintetizadores) – dupla com a qual o baterista toca semanalmente em BH –, Ana Assis (vocais) e Joana Queiroz (vocais). Lucas de Moro assina a produção musical ao lado de Continentino e também contribui com backing vocals, sintetizadores e beats. A capa é da artista plástica Luiza Costa, criada especialmente para o projeto, e a mixagem ficou a cargo de Marcelinho Guerra.


