Depois de despertar em um teatro e descobrir que a realidade já não é mais a mesma, Madalena precisa aprender a conviver com um mundo em que delírio e cotidiano se confundem. Entre o absurdo, o humor e o estranhamento, o espetáculo Os que são pagos pra delirar convida o público a refletir sobre os limites entre sanidade, trabalho e sobrevivência. A peça estreia nos dias 1º e 2 de agosto, sábado e domingo, às 19h, no Teatro Raul Belém Machado, e retorna, numa segunda temporada, nos dias 6 e 7 de agosto, quinta e sexta-feira, também às 19h, no Galpão 1 da Funarte MG. A peça, encenada por Danielle Sendin, Thales Brener e Julia Camargos, conta com dramaturgia de Sendin, direção de Marina Viana, luz de Marina Arthuzzi e trilha de Barulhista. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). As vendas para as apresentações no Teatro Raul Belém Machado serão realizadas pela plataforma Sympla, no endereço https://site.bileto.sympla.com.br/teatroraulbelemmachadoecy.
Para as sessões da Funarte MG, as vendas serão realizadas pela Sympla da Delirium&Cia.; no link https://www.sympla.com.br/evento/os-que-sao-pagos-pra-delirar-galpao-1-funarte-mg/3503638. Mais detalhes serão divulgados no Instagram da companhia: @deliriumecia.

Este espetáculo é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte e tem apoio da Fundação Nacional de Artes, entidade vinculada ao Ministério da Cultura do Governo Federal.
A montagem acompanha Madalena, que, depois de uma sequência de sonhos estranhos, desperta em pleno palco de um teatro. A partir desse momento, a realidade como ela conhecia deixa de existir, e a obriga a lidar com novas percepções sobre o mundo e sobre si mesma. Ao longo da narrativa, a peça propõe reflexões sobre os delírios que atravessam a experiência humana e questiona quem, afinal, pode se dar ao luxo — ou é obrigado — a delirar. Originalmente criada em 2014, como Trabalho de Conclusão de Curso da atriz e dramaturga Danielle Sendin, a obra retorna aos palcos em nova montagem, revisitada à luz das transformações dos últimos anos. Para a autora, a remontagem representa o reencontro com aspectos que permaneceram em aberto na criação original.
“A primeira montagem de Os que são pagos pra delirar foi parte de meu TCC. A peça chegou com certa petulância da juventude, o que, se, por um lado, trouxe confiança e coragem, por outro, deixou muita coisa escapar. Nessa remontagem, tento resgatar as coisas que escaparam, tanto dramaturgicamente quanto como atriz em cena”, destaca Sendin, ao comentar que lidar com uma temática que lhe parece ainda mais atual agora, foi um de seus maiores desafios. “Foi preciso permitir que a peça ganhasse vida própria, além de aceitar as inevitáveis perdas que a concretude impõe, depois dessa gestação longuíssima em meu imaginário. Ao mesmo tempo, há a alegria de ver surgirem, da troca e do exercício de confiança que o teatro nos exige, tantas coisas boas e novas, antes inimagináveis”, completa.
Mais informações:
Espetáculo “Os que são pagos para delirar”
Ingressos: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia)
1º e 2 de agosto de 2026, sábado e domingo, às 19h, no Teatro Raul Belém Machado (Rua Leonil Prata, s/nº – em frente à Praça Paulo VI, no bairro Alípio de Melo
Ingressos: https://site.bileto.sympla.com.br/teatroraulbelemmachadoecy/
6 e 7 de agosto de 2026, quinta e sexta, às 19h, no Galpão 1 da Funarte MG
(Rua Januária, nº 68 – Centro)
Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/os-que-sao-pagos-pra-delirar-galpao-1-funarte-mg/3503638
Classificação: 12 anos
Duração: 65 minutos
Link com release, fotos e trechos em vídeo do espetáculo:
https://drive.google.com/drive/folders/1aLIRkAB_vlR54oRcC59JbX-kk0-QQa1J





