Convida: Marcelo Veronez,
Pedro Morais e Sérgio Pererê
Divino Maravilhoso – As parcerias entre
Caetano e Gil
24 de maio (domingo) – 18h
Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas
Projeto Uma voz, um instrumento – 10 Anos
Ingressos à venda nas bilheterias do teatro e sympla.com.br
Criado para a programação comemorativa dos dez anos do projeto “Uma voz, um instrumento”, o inédito show “Divino Maravilhoso – As parcerias entre Caetano e Gil”, reúne Patrícia Ahmaral, Marcelo Veronez, Pedro Morais e Sérgio Pererê. Juntos, celebram a simbiose criativa entre os dois mestres da música popular brasileira.
A Parceria: Um manifesto em duas vozes
O cenário musical brasileiro é vasto, mas poucos pilares são tão sólidos e revolucionários quanto a parceria entre Caetano Veloso e Gilberto Gil. Mais do que amigos, os dois formam uma entidade criativa que, desde a década de 1960, desafia convenções e redefine a identidade nacional. Falar de Caetano Veloso e Gilberto Gil é falar de uma amizade que alterou a bússola cultural do Brasil. Desde que se conheceram na rua Chile, em Salvador, a dupla estabeleceu um diálogo onde a teoria estética de Caetano encontrava a prática rítmica de Gil. A parceria entre Caetano Veloso e Gilberto Gil é um fenômeno raro de complementariedade. Enquanto Caetano costuma dizer que Gil é o mestre do ritmo, Gil aponta em Caetano a maestria do sentido.
Um repertório atemporal
É para celebrar essa união transcendental que nasce o show “Divino Maravilhoso – As Parcerias entre Caetano e Gil”, concebido exclusivamente para comemorar os 10 anos do projeto “Uma voz, um instrumento”. O espetáculo mergulha em composições que se tornaram símbolos de eras. O repertório do show percorre momentos icônicos dessa longeva parceria e amizade, e apresenta um recorte preciso da simbiose entre os dois baianos.
Há canções desde a explosão tropicalista como “Eles”, “Lindonéia” e “Divino Maravilhoso”, até a crueza social de “Haiti”, que, décadas depois, permanece como um retrato atualíssimo das contradições brasileiras. O setlist também percorre caminhos líricos e geográficos com “No dia que eu vim-me embora”, evocando o êxodo e a saudade. Mergulha na ancestralidade religiosa em “As Ayabás”, “Iansã” e “São João, Xangô Menino”. Homenageia o cinema nacional (“Cinema Novo”) e a inclassificável Rita Lee, na eletrizante “Quando”, parceria que assinaram juntos com Gal Costa.
No roteiro do show, canções como “Panis et Circenses” e “Bat Macumba” não aparecem apenas como músicas, mas como manifestos. A parceria rendeu hinos de resistência e de observação aguda da realidade brasileira, como “Divino Maravilhoso”, que dá nome ao espetáculo. É essa simbiose que o público testemunhará, revisitada por artistas que carregam essa herança no DNA.
Patrícia Ahmaral: A voz da investigação poética
No centro do palco está Patrícia Ahmaral. Cantora mineira de timbre singular e interpretação visceral, Patrícia consolidou sua carreira através de uma entrega absoluta à palavra cantada. Seu trabalho mais recente, o aclamado álbum duplo “Patrícia Ahmaral canta Torquato Neto”, é uma prova de sua coragem artística. Ao mergulhar na obra do “Anjo Torto” do Tropicalismo, ela estabeleceu uma ponte definitiva com o universo de Caetano e Gil, tornando-a a intérprete ideal para este tributo.
Sua trajetória é marcada pelo rigor técnico e pela sensibilidade em dar novas cores a clássicos, sem perder a essência. Neste show, ela atua como o fio condutor que une as experimentações de Gil à sofisticação de Caetano, trazendo a experiência acumulada ao longo da sua diferenciada trajetória na cena musical brasileira.
Um Elenco de Forças Mineiras
Nesta noite especial, ela divide o palco com três expoentes da cena mineira — Marcelo Veronez, Sérgio Pererê e Pedro Morais — criando um mosaico de timbres que reflete a diversidade da obra de Caetano e Gil. Juntos, eles dão vida a um setlist que equilibra clássicos absolutos e “lados B” preciosos, provando que a obra da dupla permanece vibrante e necessária em 2026.
# Marcelo Veronez: Conhecido por sua performance arrebatadora e potente, Veronez traz o dionisíaco e o deboche elegante, elementos vitais na obra da dupla homenageada.
# Pedro Morais: Com sua doçura melódica e precisão técnica, Pedro evoca o lado lírico e harmônico que Gilberto Gil tão bem construiu em suas composições.
# Sérgio Pererê: Artista multitalentoso e guardião de sonoridades ancestrais, Pererê conecta as canções de Caetano e Gil ao solo sagrado do tambor e da espiritualidade, reforçando o lado afro-brasileiro da parceria.
Direção e Concepção Artística
# Concepção e Direção Artística: Pedrinho Alves Madeira traz uma estética contemporânea, valorizando a performance e a conexão entre os artistas.
# Direção Musical: Rogério Delayon assina arranjos que dialogam com o pop, o folk e a percussão brasileira, criando um ambiente sonoro rico e impactante.
“Cantar Caetano e Gil hoje é um ato de resistência e de alegria. São obras que nos ajudam a entender o Brasil.” (Pedrinho Alves Madeira).
Divino Maravilhoso – Ficha Técnica
Voz: Patrícia Ahmaral
Violão e guitarra: Rogério Delayon
Percuteria: Bill Lucas
Convidados: Marcelo Veronez, Pedro Morais e Sérgio Pererê
Direção Musical e arranjos: Rogério Delayon
Concepção, Roteiro e Direção: Pedrinho Alves Madeira
Imagens: (VJ) Marlon de Paula
Desenho de luz: Jésus Lataliza e Pedrinho Alves Madeira
SERVIÇO UMA VOZ, UM INSTRUMENTO – 10 ANOS
PATRÍCIA AHMARAL CONVIDA MARCELO VERONEZ, PEDRO MORAIS E SÉRGIO PERERÊ
SHOW DIVINO MARAVILHOSO – AS PARCERIAS ENTRE CAETANO E GIL
Ingressos: R$ 40,00 (inteira) / R$ 20,00 (meia-entrada)
Classificação: Livre
Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas
Rua da Bahia 2244 – Lourdes
Vendas: Sympla (https://bileto.sympla.com.br/event/119704) e bilheteria do teatro (031) 3516.1360
Criação, Produção e Comunicação: Alves Madeira Comunicação e Produção
Realização: Centro Cultural UNIMED-BH MINAS
ASSESSORIA DE IMPRENSA
Alves Madeira Comunicação e Produção
Pedrinho Alves Madeira: (31 9.9991-5542 / 31 2531-2041)
Monalisa Alves Madeira: (31 9.9166-0817 / 31 9.9679-6140)
CELEBRANDO 10 ANOS COM UMA PROGRAMAÇÃO DIFERENCIADA
Criado com o objetivo de proporcionar uma experiência de escuta profunda, o projeto retira os artifícios das grandes produções para focar no essencial: a conexão entre o artista, seu instrumento e a plateia. Em uma década, o palco do Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas recebeu encontros memoráveis, consolidando um público fiel que busca qualidade técnica e curadoria refinada.
Desde a sua estreia, em julho de 2016, com a cantora/compositora Zélia Duncan, o projeto “Uma voz, um instrumento”, já recebeu singulares artistas da cena musical brasileira: Zizi Possi, Mônica Salmaso, Almério, Ana Canãs, Roberta Sá, Paulinho Moska, Marcelo Jeneci, Tulipa Ruiz, Xênia França, João Donato, Zezé Motta, Arrigo Barnabé, Alice Caymmi, Zé Renato, Edson Cordeiro, Teresa Cristina, Ed Motta, Vânia Bastos, Paulo Miklos e Zé Manoel, entre outros. Criado pelo gestor/produtor cultural Pedrinho Alves Madeira, que também assina a curadoria, o projeto é uma realização do Centro Cultural Unimed-BH Minas em parceria com a Alves Madeira Comunicação e Produção.
A edição comemorativa dos dez anos do projeto “Uma voz, um instrumento” tem cinco shows, três criados exclusivamente para o projeto. Onze artistas de gerações diversas e diferenciadas propostas musicais subirão ao palco do Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas. Ângela Maria, Ângela Ro Ro, Lô Borges e Luiz Melodia, nomes que se apresentaram ao longo do projeto, são homenageados com as inclusões de músicas que marcaram as suas trajetórias, nos repertórios dos shows.
PROGRAMAÇÃO – UMA VOZ, UM INSTRUMENTO – 10 ANOS
26/03 – 20h – Dori Caymmi convida Alice Caymmi – Utopia 56 de Parceria
23/04 – 20h – Otto – Acústico
24/05 -18h – Patrícia Ahmaral convida Sérgio Pererê, Pedro Morais e Marcelo Veronez – Divino Maravilhoso – As parcerias entre Caetano Veloso e Gilberto Gil
11/06 – 20h – Tiê convida Vitor Santana – Amoro
sa e Esgotada
23/07 – 20h – Zeca Baleiro & Swami Jr Interpretam Dolores Duran




