Gratuito ou a baixo custo Teatro

Espetáculo e exposição sobre pessoas que viveram durante a Ditadura Militar em cartaz em BH

BH recebe do dia 01 ao dia 10 de novembro, no Espaço Aberto Pierrot Lunar, localizado no bairro Floresta, a Segunda Temporada do Espetáculo 68sextas e sábados às 20h30 e aos domingos a partir das 19h.  Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do próprio teatro ou pelo site oficial do espetáculo.

 

A peça discute as questões tomadas pelo imaginário das pessoas que testemunharam a ditadura militar brasileira. O cenário de “68” é composto por apenas seis cadeiras que se movimentam e formam desenhos específicos, que funcionam como elementos simbólicos de algumas relações estabelecidas entre os personagens e a história.

 

O espetáculo conta com texto, direção, iluminação, cenário, figurino e trilha sonora de Luiz Paixão, assistência de direção de Mariana Bizzotto; fotos de Fernando Barbosa e Silva, vídeos de Moca Filmes e design da Célula 21. Já o elenco é formado por: Arthur Bello, Bruno Hilário, Isabella Saibert, Marco Tulio Zerlotini, Mariana Bizzotto e  Nah Rachid

 

 

Além do espetáculo “68”, o projeto conta também com a exposição fotográfica “Cenas da ditadura militar em Belo Horizonte”, que traz imagens do acervo do Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania e do arquivo do fotojornalista Marcelo Pinheiro. A curadoria da exposição é da produtora, jornalista e atriz Ana Gusmão.

 

O espetáculo é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de BH e conta com o patrocínio da MGS – Minas Gerais Administrações e Serviços S.A.

 

Quando:  01 a 10/11(sexta a domingo)

Horas:  sextas e sábados às 20h30 e aos domingos a partir das 19h

Onde: Espaço Aberto Pierrot Lunar (R. Ipiranga, 137 – Floresta)

Quanto: R$44 (inteira) e R$22 (meia) na bilheteria do teatro / R$21 no Sinparc

Informações: Instagram

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Charles Douglas
Charles Douglas
Virginiano, metropolitano de Ibirité, mas com a vida construída em BH, jornalista recém formado e apaixonado pelos rolês culturais da capital mineira. Está perdido no mundo da internet desde quando as comunidades do Orkut eram o Culturaliza de hoje. Quando não está com a catuaba nas mãos, pelas ruas de Belo Horizonte, está assistindo SBT ou desenhos no Netflix.

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