
O Memorial da Vale, por meio do Edital Novos Artistas Mineiros no Memorial Minas Gerais Vale 2019, leva a Belo horizonte a mostra O suor da testa dentro dos marimbondos, do artista Davi de Jesus do Nascimento. A obra estará no Memorial Vale entre os dias 26 de outubro e 08 de dezembro. A entrada é gratuita.
O suor da testa dentro dos marimbondos apresenta um conjunto de obras feitas a partir da vivência do artista às margens do rio São Francisco, entre ossadas de peixes e fotografias da família com textos poéticos sobre as fotos.
Com a curadoria de Júlio Martins e o comitê de seleção formado por Júlio Martins, Maria Angélica Melendi, Wagner Tameirão, Gabriela Brasileiro e Gustavo Rodrigues, a exposição reconstrói elementos do cotidiano, banhados em aspectos místicos e sagrados das águas sanfranciscanas, cuja ancestralidade densa é reconhecida no próprio rio, vinculado intimamente à sua memória familiar ribanceira.

Em uma curta temporada o Teatro de Câmara do Cine Theatro Brasil Vallourec recebe em seu palco, nos dias 29 e 30 de novembro, às 20h, o monólogo “Relatório para uma Academia”, as entradas podem ser adquiridas na bilheteria do teatro ou pelos sites da Eventim e do Cinetheatrobrasil.
O texto de o Relatório para uma Academia é uma obra original do escritor alemão Franz Kafka. A direção e adaptação do monólogo para o palco é de Eid Ribeiro, e a atuação é do ator Kimura Schetino.
Sinopse – Convidado por uma Academia, um ex-macaco relata o incrível processo de transformação pelo qual passou durante cinco anos até tornar-se humano. A dramaturgia do espetáculo é uma adaptação do conto de Franz Kafka “Um Relatório para uma Academia”, no qual o autor, de forma irônica e contundente, aborda questões como evolução, condicionamento, adestramento, colonialismo e a própria condição humana.
A estréia de o “Relatório para uma Academia” aconteceu no ano de 2014, em junho, na capital mineira. Em agosto do ano seguinte foi realizada uma nova temporada em BH na categoria Circulação do Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2014. Depois o monólogo se apresentou nas cidades do interior de Minas, como: Diamantina, Tiradentes, Mariana e Ibirité. Além de apresentações no Rio de Janeiro e em Vitória.

Em uma curta temporada o Teatro de Câmara do Cine Theatro Brasil Vallourec recebe em seu palco, nos dias 29 e 30 de novembro, às 20h, o monólogo “Relatório para uma Academia”, as entradas podem ser adquiridas na bilheteria do teatro ou pelos sites da Eventim e do Cinetheatrobrasil.
O texto de o Relatório para uma Academia é uma obra original do escritor alemão Franz Kafka. A direção e adaptação do monólogo para o palco é de Eid Ribeiro, e a atuação é do ator Kimura Schetino.
Sinopse – Convidado por uma Academia, um ex-macaco relata o incrível processo de transformação pelo qual passou durante cinco anos até tornar-se humano. A dramaturgia do espetáculo é uma adaptação do conto de Franz Kafka “Um Relatório para uma Academia”, no qual o autor, de forma irônica e contundente, aborda questões como evolução, condicionamento, adestramento, colonialismo e a própria condição humana.
A estréia de o “Relatório para uma Academia” aconteceu no ano de 2014, em junho, na capital mineira. Em agosto do ano seguinte foi realizada uma nova temporada em BH na categoria Circulação do Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2014. Depois o monólogo se apresentou nas cidades do interior de Minas, como: Diamantina, Tiradentes, Mariana e Ibirité. Além de apresentações no Rio de Janeiro e em Vitória.
Está em cartaz na Casa Fiat de Cultura, desde o dia 26 de novembro, a exposição “Percorsi Italiani – 120 anos de história na Casa Fiat de Cultura”. O público pode visitar a exposição até o dia 01 de março de 2020, de terça a sexta das 10h às 21h, e nos sábados, domingos e feriados das 10h às 18h, a entrada é gratuita.
A exposição destaca a trajetória dos imigrantes italianos e sua influência na vida cotidiana de brasileiros e argentinos. “Percorsi Italiani – 120 anos de história na Casa Fiat de Cultura”, tem curadoria da jornalista e historiadora Cinthia Reis. Fazem parte da mostra mais de 100 imagens e fotografias históricas pertencentes ao acervo do Museu da Imigração (Arquivo Público de São Paulo), Museu Histórico Abílio Barreto, Arquivo Público Mineiro, Centro Storico FIAT e da FCA Group Argentina. Além da trajetória dos imigrantes, a mostra aborda também os meios de transportes utilizados por eles. As imagens escolhidas demonstram importantes marcos históricos, costumes, objetos, instituições, eventos, estéticas e estilos, das mais diversas épocas.
Os visitantes podem conferir os destaques da exposição, como: a bola do Palestra Italia (Cruzeiro) – time fundado por imigrantes italianos, datada de 1921; o livro de registro de entrada de imigrantes em Belo Horizonte; as reproduções de pôsteres publicitários da Fiat, produzidos por renomados artistas; um desenho original de Raffaello Berti – que fez mais de 500 projetos arquitetônicos em BH –; um passaporte italiano original, datado de 1909; um dos últimos quadros pintados por Amadeo Luciano Lorenzato (em 1990); um exemplar histórico do Fiat 147, lançado em 1979; uma foto de Minas Horizontina, primeira menina nascida na capital mineira, e descendente de italianos.
Durante o período da exposição (de 26/11 a 01/03/2020), o publico pode participar também de ações diversificadas do Programa Educativo da Casa Fiat de Cultura, algumas sob agendamento e outras sujeitas a lotação. Visitas mediadas, que exploram a história da imigração e os contextos sociais da Itália, da Argentina e do Brasil, nesses 120 anos, serão feitas para grupos espontâneos ou por agendamento, através do telefone (31)3289-8910. Já para participar da atividade “Árvore da Italianidade”, que tem por objetivo a construção coletiva de uma árvore genealógica da italianidade em Minas Gerais, é necessário o agendamento prévio.
Confira abaixo outras ações do Programa Educativo da Casa Fiat:
Encontros com Patrimônio
12 de dezembro de 2019 – 10h às 13h
20 vagas – inscrições pela Sympla
Ateliê Aberto: Pop-Up de Natal
11 a 22 de dezembro de 2019 – de quarta a domingo
Entradas às 10h30, às 14h e às 16h
Participação livre, sujeita a lotação do espaço
Passeio Cultural
12 de janeiro de 2020 – 10h às 13h
20 vagas – inscrições pela Sympla
Ateliê de Férias: A Velha Befana
15 a 26 de janeiro de 2020 – de quarta a domingo
Entradas às 10h30, às 14h e às 16h
Participação livre, sujeita a lotação do espaço
Ateliê Aberto: Carnaval de Veneza em BH
1º a 21 de fevereiro de 2020 – de quarta a domingo
Entradas às 10h30, às 14h e às 16h
Participação livre, sujeita a lotação do espaço

A Galeria do Centro Cultural Minas Tênis Clube, recebe até o dia 2 de fevereiro de 2020, a exposição “Raymundo Colares: de volta à estrada”, ao todo são 30 obras compostas por guaches, gibis, gravuras e pinturas que contam a história do artista. Nascido na cidade de Grão-Mogol no ano de 1944, Raimundo iniciou sua carreira no mundo da arte em nos anos 60, quando a pop art norte-americana surgiu no Brasil.
Colares se inspirou em artistas como: Duchamp (1887 – 1968), Mondrian (1872 – 1944) e Delaunay (1885 – 1941), seu trabalho deixou um legado valioso para arte no Brasil. A exposição tem por finalidade contemplar Raymundo, pois a mostra é composta por trabalhos de outros artista em tributo. “Mesmo com tão pouco tempo de trabalho com a arte, cerca de duas décadas, Raymundo Colares deixou uma assinatura na história da cultura nacional… Para o Centro Cultural Minas Tênis Clube é uma honra mostrar para o público as obras do artista”, diz o diretor de cultura do Minas, André Rubião.
Quatro Centros Culturais de BH receberão de novembro a dezembro a peça “Prosa sem rumo” interpretada pelas atrizes Lucilene França e Delba Menezes, as apresentações acontecerão sempre às 19h e com entradas gratuitas. Esse rodízio de um espaço cultural ao outro está ligado ao Descentra, um projeto da Secretária de Cultura, nascido em 2013 e tem por objetivo a democratização do acesso aos mecanismos municipais de fomento à cultura em BH.
“Prosa sem rumo” revisita em sua dramaturgia a cultura popular mineira, por meio de narrativas que preservam o nosso patrimônio linguístico como vocábulos, ditados, cantigas e expressões comuns do linguajar popular. Músicas, reza, benzeduras, danças, datas festivas da religiosidade, culinária, costumes e cantos folclóricos, também marcam presença na peça. Caixeiros dançantes do Quilombo de Nossa Senhora de Rosário, de Justinópolis, fazem participação especial com seus tambores de sons ancestrais em “Prosa sem rumo”.
Sinopse: O espetáculo recria uma atmosfera histórica da segunda metade do séc. XX com as personagens Catarina e Das Dor. São duas vizinhas, mulheres maduras, dialogando sobre o cotidiano, com um humor subjacente. Em seus discursos, a conversa corriqueira vai transparecendo questões existenciais atemporais como a solidão, os estados de ânimo, a nostalgia, a busca de solução para o sentido da vida, e também as resistências psicológicas ao se depararem com mudanças. Assim, na simplicidade de vida e da mentalidade de duas interioranas, as questões subjetivas transpassam a história de vida pessoal e alcançam o universo psicológico da existência humana.
Confira abaixo as datas e os endereços onde acontecerão as apresentações:
Dia 22 de novembro (Sexta-feira) – 19h
Centro cultural Urucuia (Região do Barreiro)
R. W-3, 500 – Pongelupe, Belo Horizonte.
Dia 30 de novembro (Sábado) – 19h
Centro Cultural Venda Nova
R. José Ferreira dos Santos, 184 – Jardim dos Comerciários, Belo Horizonte.
Dia 7 de dezembro (Sábado) – 19h
Centro Cultural Liberalino Alves de Oliveira
Av. Pres. Antônio Carlos, 821 – São Cristóvão, Belo Horizonte.
Dia 13 de dezembro (Sexta-feira) – 19h
Usina de Cultura
R. Dom Cabral, 765 – Ipiranga, Belo Horizonte.
Do dia 28 de novembro (quinta-feira) ao dia 23 de dezembro (segunda), de quinta a segunda, às 20h, o CCBB-BH recebe em seu palco a Adaptação Teatral do filme Dogville, do cineasta dinamarquês Lars Von Trier. Os ingressos podem ser comprados diretamente na bilheteria do teatro ou pelo site da Eventim.
A adaptação teatral brasileira é dirigida pelo premiado diretor paulista Zé Henrique de Paula, e tem seu elenco formado pelas atrizes e atores: Mel Lisboa, Ana Andreatta, Andre Satuf, Alexia Dechamps, Blota Filho, Eric Lenate, Fernanda Couto, Fernanda Thurann, Gustavo Trestini, Lucas Romano, Marcia de Oliveira, Marcelo Villas Boas, Munir Pedrosa, Otto Jr., Rodrigo Caetano e Rosana Penna.
O diretor Zé Henrique de Paula fará nesta sexta (29/11), às 15h, um workshop para atores, as inscrições devem ser feitas através do e-mail contato@dialogodaarte.com.br Já no dia 14 de dezembro (sábado), haverá uma mesa de conversa com o elenco e o diretor, às 16h.
Sinopse: A história se passa na fictícia cidade de Dogville, uma pequena e obscura cidade situada no topo de uma cadeia montanhosa, ao fim de uma estrada sem saída, onde residem poucas famílias formadas por pessoas aparentemente bondosas e acolhedoras, embora vivam em precárias condições de vida. A pacata rotina dos moradores daquele vilarejo é abalada pela chegada inesperada de Grace (Mel Lisboa) uma forasteira misteriosa que procura abrigo para se esconder de um bando de gangsteres. Recebida por Tom Edison Jr. que, comovido pela sua situação, convence os outros moradores a acolhe-la na cidade, Grace, apesar de afirmar nunca ter trabalhado na vida, decide oferecer seus serviços para as famílias da Dogville em agradecimento pela sua generosidade. Porém, no decorrer da trama, um jogo perverso se instaura entre os moradores da cidade e a bela forasteira: quanto mais ela se doa e expõe a sua fragilidade e a sua bondade, mais os cidadãos de bem exigem e abusam dela, levando a situação a extremos inimagináveis.
Ficha técnica:
Título Original: Dogville
Autor: Lars Von Trier
Direção: Zé Henrique de Paula
Elenco: Mel Lisboa, Ana Andreatta, Andre Satuf, Alexia Dechamps, Blota Filho, Eric Lenate, Fernanda Couto, Fernanda Thurann, Gustavo Trestini, Lucas Romano, Marcia de Oliveira, Marcelo Villas Boas, Munir Pedrosa, Otto Jr., Rodrigo Caetano e Rosana Penna
Idealização: Felipe Lima
Assessoria de imprensa local: Luz Comunicação – Jozane Faleiro
Realização: Sevenx Produções Artísticas
Produção Nacional: Diálogo da Arte Produções Culturais
Produção Local: Rubim Produções

O Festival do Filme Documentário e Etnográfico, sua 23ª edição com filmes nacionais e internacionais que serão exibidos na tela do Cine Humberto Mauro no Palácio das Artes. Além das sessões, haverá fórum de debates e seminários relacionados a ideia principal. Ao todo 58 filmes serão exibidos gratuitamente, além de seminários com sessões comentadas.
A programação foi estruturada em da seguinte forma: Mostra Contemporânea Brasileira, com 21 filmes – Mortos e a Câmera, com 23 filmes e Sessões Especiais, com 13 produções. Realizado pelo coletivo Filmes de Quintal, com a cooperação dos programas de pós- graduação em Comunicação e Antropologia da UFMG, o festival desenvolve o papel de exibir, e debater produções que discorrem varias interpretações culturais.
Está em cartaz na Casa Fiat de Cultura, desde o dia 26 de novembro, a exposição “Percorsi Italiani – 120 anos de história na Casa Fiat de Cultura”. O público pode visitar a exposição até o dia 01 de março de 2020, de terça a sexta das 10h às 21h, e nos sábados, domingos e feriados das 10h às 18h, a entrada é gratuita.
A exposição destaca a trajetória dos imigrantes italianos e sua influência na vida cotidiana de brasileiros e argentinos. “Percorsi Italiani – 120 anos de história na Casa Fiat de Cultura”, tem curadoria da jornalista e historiadora Cinthia Reis. Fazem parte da mostra mais de 100 imagens e fotografias históricas pertencentes ao acervo do Museu da Imigração (Arquivo Público de São Paulo), Museu Histórico Abílio Barreto, Arquivo Público Mineiro, Centro Storico FIAT e da FCA Group Argentina. Além da trajetória dos imigrantes, a mostra aborda também os meios de transportes utilizados por eles. As imagens escolhidas demonstram importantes marcos históricos, costumes, objetos, instituições, eventos, estéticas e estilos, das mais diversas épocas.
Os visitantes podem conferir os destaques da exposição, como: a bola do Palestra Italia (Cruzeiro) – time fundado por imigrantes italianos, datada de 1921; o livro de registro de entrada de imigrantes em Belo Horizonte; as reproduções de pôsteres publicitários da Fiat, produzidos por renomados artistas; um desenho original de Raffaello Berti – que fez mais de 500 projetos arquitetônicos em BH –; um passaporte italiano original, datado de 1909; um dos últimos quadros pintados por Amadeo Luciano Lorenzato (em 1990); um exemplar histórico do Fiat 147, lançado em 1979; uma foto de Minas Horizontina, primeira menina nascida na capital mineira, e descendente de italianos.
Durante o período da exposição (de 26/11 a 01/03/2020), o publico pode participar também de ações diversificadas do Programa Educativo da Casa Fiat de Cultura, algumas sob agendamento e outras sujeitas a lotação. Visitas mediadas, que exploram a história da imigração e os contextos sociais da Itália, da Argentina e do Brasil, nesses 120 anos, serão feitas para grupos espontâneos ou por agendamento, através do telefone (31)3289-8910. Já para participar da atividade “Árvore da Italianidade”, que tem por objetivo a construção coletiva de uma árvore genealógica da italianidade em Minas Gerais, é necessário o agendamento prévio.
Confira abaixo outras ações do Programa Educativo da Casa Fiat:
Encontros com Patrimônio
12 de dezembro de 2019 – 10h às 13h
20 vagas – inscrições pela Sympla
Ateliê Aberto: Pop-Up de Natal
11 a 22 de dezembro de 2019 – de quarta a domingo
Entradas às 10h30, às 14h e às 16h
Participação livre, sujeita a lotação do espaço
Passeio Cultural
12 de janeiro de 2020 – 10h às 13h
20 vagas – inscrições pela Sympla
Ateliê de Férias: A Velha Befana
15 a 26 de janeiro de 2020 – de quarta a domingo
Entradas às 10h30, às 14h e às 16h
Participação livre, sujeita a lotação do espaço
Ateliê Aberto: Carnaval de Veneza em BH
1º a 21 de fevereiro de 2020 – de quarta a domingo
Entradas às 10h30, às 14h e às 16h
Participação livre, sujeita a lotação do espaço

A Galeria do Centro Cultural Minas Tênis Clube, recebe até o dia 2 de fevereiro de 2020, a exposição “Raymundo Colares: de volta à estrada”, ao todo são 30 obras compostas por guaches, gibis, gravuras e pinturas que contam a história do artista. Nascido na cidade de Grão-Mogol no ano de 1944, Raimundo iniciou sua carreira no mundo da arte em nos anos 60, quando a pop art norte-americana surgiu no Brasil.
Colares se inspirou em artistas como: Duchamp (1887 – 1968), Mondrian (1872 – 1944) e Delaunay (1885 – 1941), seu trabalho deixou um legado valioso para arte no Brasil. A exposição tem por finalidade contemplar Raymundo, pois a mostra é composta por trabalhos de outros artista em tributo. “Mesmo com tão pouco tempo de trabalho com a arte, cerca de duas décadas, Raymundo Colares deixou uma assinatura na história da cultura nacional… Para o Centro Cultural Minas Tênis Clube é uma honra mostrar para o público as obras do artista”, diz o diretor de cultura do Minas, André Rubião.