Cinema Eventos Gratuito ou a baixo custo

Que tal assistir um curta no seu horário de almoço? Projeto está de volta no Centro de BH

Cine Humberto Mauro no Palácio das Artes passa a exibir todas às sextas-feiras, a partir de hoje 24 de maio até 02 de agostoàs 13h15, a “Mostra Curta no Almoço”. Às entradas são gratuitas e a retirada dos ingressos acontece 30 minutos antes do horário programado para as sessões.

 

O Curta no Almoço já fez parte da programação do Cine Humberto Mauro entre 2011 e 2014. Esse ano, ela está ocupando o horário livre das sextas-feiras, exibindo produções nacionais e estrangeiras que participaram na 20ª edição do Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte – FESTCURTASBH e que também tiveram bons resultados em outros festivais dedicados a Curtas-Metragens. Serão exibidas em média dois curtasem cada sexta e as sessões durarão até 40 minutos.

 

As duas produções escolhidas para a sessão de abertura da Mostra conversam com o tema da 20ª edição do FESTCURTASBH, o cinema negro no Brasil. Os curtas selecionados foram: “Alma no Olho” (1937), de Zózimo Bulbulque levanta uma reflexão sobre a identidade negra no Brasil por meio da linguagem corporal, e NoirBLUE: Deslocamentos de uma dança” (2017), de Ana Pique aborda as negritudes brasileira e africana no corpo feminino através da dança.

 

De acordo com o gerente de Cinema da Fundação Clóvis Salgado, Bruno Hilário, o Curta no Almoço faz parte do programa de formação de público da Fundação: “A mostra é uma oportunidade de familiarizar novos públicos com a linguagem dos curtas. Selecionamos filmes de grandes expoentes da produção cinematográfica não só em Belo Horizonte, mas em Minas e no Brasil”.

 

As sessões desse ano serão no mesmo horário, em todas às sextas-feiras até agosto, quando terá uma pausa na programação para a realização da 21ª edição do FESTCURTASBH.

Maristela Chaves
Maristela Chaves
Admiradora da vida, formada em Jornalismo pelo UniBH, leitora assídua, romancista de corpo e alma, autora anônima de romances, fotógrafa profissional e amante de música pop e MPB. Apaixonada por Beagá, pelas montanhas que a cercam e sua cultura, mineira da cabeça aos pés que fala Uai e Trem o tempo todo.

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