{"id":47705,"date":"2026-04-08T13:07:01","date_gmt":"2026-04-08T16:07:01","guid":{"rendered":"https:\/\/culturalizabh.com.br\/?p=47705"},"modified":"2026-04-08T13:07:01","modified_gmt":"2026-04-08T16:07:01","slug":"corrente-simposio-de-jornalismo-musical-realiza-sua-segunda-edicao-em-bh","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/culturalizabh.com.br\/index.php\/2026\/04\/08\/corrente-simposio-de-jornalismo-musical-realiza-sua-segunda-edicao-em-bh\/","title":{"rendered":"Corrente, simp\u00f3sio de jornalismo musical, realiza sua segunda edi\u00e7\u00e3o em BH"},"content":{"rendered":"<p><i><span style=\"font-weight: 400\">Evento ocorre entre 9 e 11 de abril com debates, apresenta\u00e7\u00f5es de pesquisas e shows<\/span><\/i><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>CORRENTE <\/b><span style=\"font-weight: 400\">\u00e9 o primeiro simp\u00f3sio de jornalismo musical do Brasil e realiza sua segunda edi\u00e7\u00e3o entre os dias <\/span><b>9 e 11 de abril de 2026 em BH<\/b><span style=\"font-weight: 400\">. Os ingressos s\u00e3o\u00a0 gratuitos e podem ser retirados atrav\u00e9s do <\/span><a href=\"https:\/\/www.sympla.com.br\/evento\/corrente-simposio-de-jornalismo-musical\/3371570?algoliaID=8faf82a4c9948b74770b512b266dc435\"><span style=\"font-weight: 400\">Sympla.<\/span><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Ao longo de 3 dias, ser\u00e3o realizados debates, apresenta\u00e7\u00f5es de pesquisas acerca de temas que envolvem o jornalismo musical e suas possibilidades e shows. Todas as atividades t\u00eam entrada franca e ser\u00e3o realizadas na sede da produtora cultural quente, no hipercentro de BH, e no centro cultural Usina de Cultura, no bairro Ipiranga. O simp\u00f3sio \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o da associa\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos\u00a0 Reverbera e da quente, com recursos da Lei Municipal de Incentivo \u00e0 Cultura de BH. <\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\">\u201cTrata-se de um momento de troca entre pessoas que pesquisam a cultura do pa\u00eds por meio de diferentes abordagens e que contribuem na defini\u00e7\u00e3o dos rumos do jornalismo musical. Em um cen\u00e1rio de forte depend\u00eancia dos algoritmos, do crescimento da automa\u00e7\u00e3o e da intelig\u00eancia artificial, \u00e9 fundamental que a gente discuta esses temas de forma acess\u00edvel&#8221;, destaca Marcelo Santiago, idealizador e curador do Corrente.<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\">A programa\u00e7\u00e3o conta com profissionais de destaque no jornalismo musical, com representantes de ve\u00edculos como a revista piau\u00ed, Noize e Estad\u00e3o, de sites especializados em m\u00fasica como Popload e 300Noise, e pesquisadores de institui\u00e7\u00f5es acad\u00eamicas como USP e Puc. Entre as atividades do Corrente est\u00e3o os lan\u00e7amentos das biografias das bandas Planet Hemp e Mundo Livre S\/A, ambas de autoria do jornalista Pedro de Luna, apresenta\u00e7\u00e3o de pesquisa sobre as ambiguidades e contradi\u00e7\u00f5es na presen\u00e7a da mulher na m\u00fasica sertaneja e uma conversa sobre a resist\u00eancia da popula\u00e7\u00e3o negra durante a ditadura, tendo a m\u00fasica como elemento condutor.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Para fechar a programa\u00e7\u00e3o no s\u00e1bado, dia 11 de abril, a banda Crizin da Z.O far\u00e1 sua estreia em BH, poucas semanas ap\u00f3s se apresentar no Lollapalooza Brasil. A banda se destaca por sua sonoridade futurista que reflete o presente, mesclando elementos do funk carioca, punk e m\u00fasica eletr\u00f4nica. Seu disco mais recente, Acelero, destaca as veias do sub\u00farbio carioca e do underground nacional e entrou em listas de melhores lan\u00e7amentos do ano de publica\u00e7\u00f5es como a Folha de S. Paulo.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><b>CONFIRA A PROGRAMA\u00c7\u00c3O COMPLETA:<\/b><\/p>\n<p><b>9 de abril, quinta-feira, 18h30<\/b><b><br \/>\n<\/b><i><span style=\"font-weight: 400\">local: quente (Av. Afonso Pena 941, sala 601, Centro)<\/span><\/i><i><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><\/i><i><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">&#8211; Lan\u00e7amento dos livros <\/span><b>Planet Hemp: Mantenha o Respeito<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> e <\/span><b>Mundo Livre S\/A 4.0 &#8211; do mangue ao punk<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, de Pedro de Luna, com media\u00e7\u00e3o de Terence Machado<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\">&gt; <\/span><span style=\"font-weight: 400\">Pedro de Luna<\/span><span style=\"font-weight: 400\"> \u00e9 escritor, jornalista e quadrinista. Formado em Comunica\u00e7\u00e3o Social pela Universidade Federal Fluminense, com MBA em Gest\u00e3o Cultural pela Universidade C\u00e2ndido Mendes, j\u00e1 escreveu e publicou 19 livros, entre eles a biografia das bandas Mundo Livre S\/A e Planet Hemp, dos m\u00fasicos Speedfreaks e Champignon (do Charlie Brown Jr), do festival Por\u00e3o do Rock (DF) e do professor e escritor Chico Alencar.<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\">&gt; dj set \/ NINA ARROCHA<\/span><\/p>\n<p><b>10 de abril, sexta-feira, 18h30<\/b><b><br \/>\n<\/b><i><span style=\"font-weight: 400\">local: quente (Av. Afonso Pena 941, sala 601, Centro)<\/span><\/i><i><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><\/i><i><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400\">&#8211; <\/span><b>Damy Coelho: O femi do feminejo: ambiguidades e contradi\u00e7\u00f5es na presen\u00e7a da mulher na m\u00fasica sertaneja<\/b><b><br \/>\n<\/b><span style=\"font-weight: 400\">Damy Coelho<\/span><span style=\"font-weight: 400\"> \u00e9 jornalista cultural, bacharel em letras e Mestre em Comunica\u00e7\u00e3o Social. J\u00e1 passou pelas reda\u00e7\u00f5es do Cifra Club, Programa Alto-Falante, Estad\u00e3o, integrou o projeto Entre LP e hoje \u00e9 editora-assistente da Revista Noize. Na palestra, vai abordar a pesquisa de mestrado &#8220;O femi do feminejo: ambiguidades e contradi\u00e7\u00f5es na presen\u00e7a da mulher na m\u00fasica sertaneja&#8221;, conclu\u00edda pela PUC MG em 2019. Nela, reflete sobre a presen\u00e7a e apagamento de mulheres como int\u00e9rpretes e compositoras no g\u00eanero musical. Analisando letras do per\u00edodo mais rom\u00e2ntico do g\u00eanero, nos anos 1990 at\u00e9 o chamado &#8220;feminejo&#8221;, protagonizado por figuras como Mar\u00edlia Mendon\u00e7a, tensiona imagin\u00e1rios e estere\u00f3tipos sobre a mulher e busca estabelecer uma linha do tempo da m\u00fasica sertaneja na qual a presen\u00e7a delas \u00e9 protagonista.<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\">&#8211; <\/span><b>Jornalismo musical em BH: as experi\u00eancias atuais da revista Wanda e Phono<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, com Clara Bicho e Bruno Lisboa, mediada por Bruna Vilela<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\">Clara Campos,<\/span><span style=\"font-weight: 400\"> ou clara bicho, \u00e9 musicista, artista visual e jornalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Como jornalista, trabalha com cr\u00edtica e cobertura de m\u00fasica brasileira na Popload, sobretudo na coluna \u201cCena\u201d, al\u00e9m de escrever sobre arte e cultura na Revista Wanda, da qual \u00e9 co-fundadora. A Revista Wanda \u00e9 uma publica\u00e7\u00e3o quinzenal, nascida em 2024 na cidade de Belo Horizonte e criada por um grupo de tr\u00eas amigas jornalistas: Clara Campos, Gabriela Matina e J\u00falia Ennes. Na \u00e9poca, o ve\u00edculo surgiu como uma forma de reivindicar um espa\u00e7o pr\u00f3prio para se fazer jornalismo. Composta atualmente tamb\u00e9m pelas redatoras Bruna Batista, J\u00falia Rhaine, La\u00eds Fidelis e Maria Fernanda Marques, todas jornalistas de forma\u00e7\u00e3o, a Wanda mant\u00e9m como principais compromissos a discuss\u00e3o, a cr\u00edtica e a informa\u00e7\u00e3o sobre arte e cultura. O nome da revista \u00e9 uma homenagem \u00e0 artista visual Wanda Pimentel (1943-2019), que na d\u00e9cada de 1970 abordava em suas obras quest\u00f5es de g\u00eanero e feminismo, al\u00e9m de cr\u00edticas \u00e0 ditadura militar.<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\">Bruno Lisboa<\/span><span style=\"font-weight: 400\"> \u00e9 professor, graduado em Letras e p\u00f3s-graduado em Produ\u00e7\u00e3o e Cr\u00edtica Cultural, ambos pela PUC-MG. Atuou como colaborador de publica\u00e7\u00f5es como Whiplash, Urge! e Revista Zero. Atualmente, escreve para os sites Scream &amp; Yell \u2014 onde colabora h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada \u2014 e Phono, projeto dedicado a registrar e discutir a cena musical de BH por meio de resenhas, coberturas de shows e not\u00edcias.<\/span><\/p>\n<p><b>&#8211; 300Noise: m\u00fasica para al\u00e9m do streaming<\/b><span style=\"font-weight: 400\">, com Felipe Alves<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\">Em uma realidade onde a m\u00fasica vive de performance nas plataformas e responde \u00e0s exig\u00eancias do algoritmo, o que \u00e9 poss\u00edvel fazer para romper com essa l\u00f3gica? Felipe Alves, diretor da 300Noise, prop\u00f5e uma reflex\u00e3o sobre a constru\u00e7\u00e3o de comunidades fora do ambiente digital e sobre a influ\u00eancia que as redes exercem nos processos criativos. Dos pendrives de caminhoneiro ao envio de cartas por todo o Brasil: como aprender com o passado para transformar o futuro?<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\">Felipe Alves<\/span><span style=\"font-weight: 400\"> \u00e9 comunicador, difusor cultural e diretor de projetos da 300Noise. \u00c9 p\u00f3s-graduado pelo Centro de Estudos Latino Americanos sobre Cultura e Comunica\u00e7\u00e3o (ECA-USP) e h\u00e1 10 anos trabalha na ind\u00fastria da m\u00fasica.<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\">&gt; dj set \/ ZONA CINZA<\/span><\/p>\n<p><b>11 de abril, s\u00e1bado, 17h<\/b><b><br \/>\n<\/b><i><span style=\"font-weight: 400\">local: Usina de Cultura (Rua Dom Cabral 765, Ipiranga)<\/span><\/i><\/p>\n<p><b>&#8211; Jogo de escalas: jazz brasileiro, migra\u00e7\u00f5es e circuitos nos Estados Unidos (1965-1980)<\/b><b><br \/>\n<\/b><span style=\"font-weight: 400\">Paula Carvalho \u00e9 jornalista e soci\u00f3loga, com passagens pelo Estad\u00e3o e pela Revista Bravo!. Integra o N\u00facleo de Sociologia da Cultura da USP, onde desenvolve pesquisas sobre m\u00fasica popular e colabora na curadoria e produ\u00e7\u00e3o de eventos. No doutorado em Sociologia na USP, com per\u00edodo sandu\u00edche na University of Illinois, pesquisa o jazz brasileiro e as trajet\u00f3rias de m\u00fasicos brasileiros nos Estados Unidos nas d\u00e9cadas de 1960 e 1970. Seu trabalho de mestrado analisou as origens do rap em S\u00e3o Paulo e sua inser\u00e7\u00e3o na ind\u00fastria fonogr\u00e1fica. Como freelancer, atua tamb\u00e9m no desenvolvimento de estrat\u00e9gias de comunica\u00e7\u00e3o para institui\u00e7\u00f5es como a F\u00e1brica-Escola de Humanidades (da Escola da Cidade), Instituto Jata\u00ed, entre outras iniciativas de educa\u00e7\u00e3o, cultura e impacto social.<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><\/p>\n<p><\/span><\/p>\n<p><b>&#8211; Chumbo &amp; Soul, uma conversa com Gilberto Porcidonio sobre a resist\u00eancia da popula\u00e7\u00e3o negra durante a ditadura, tendo a m\u00fasica como elemento condutor<\/b><b><br \/>\n<\/b><span style=\"font-weight: 400\">Gilberto Porcidonio \u00e9 um jornalista, roteirista e escritor carioca. Formado em Jornalismo e em Ci\u00eancias Sociais pela PUC-Rio, \u00e9 rep\u00f3rter e checador da revista Piau\u00ed, e narrador da audioss\u00e9rie Chumbo &amp; Soul, da r\u00e1dio Novelo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">&gt; dj set \/ MATA PISTA<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">show de encerramento:<\/span> <span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><b>CRIZIN DA Z.O<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Crizin da Z.O \u00e9 um projeto musical brasileiro formado em 2019, composto por Cris Onofre, Danilo Machado e Marcelo Fiedler. A banda se destaca por sua sonoridade futurista que reflete o presente, mesclando elementos do funk carioca, samba, punk e m\u00fasica eletr\u00f4nica. Suas letras s\u00e3o descomplicadas, bem-humoradas e apresentam rimas criativas, abordando temas como distopia, caos urbano e reflex\u00f5es sociais. <\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\">Em 2023, o Crizin da Z.O. lan\u00e7ou o \u00e1lbum &#8220;Acelero&#8221; pelo selo QTV. Este trabalho conecta a urg\u00eancia do funk carioca com o ethos punk, capturando a tens\u00e3o permanente e amb\u00edgua de nosso tempo. As letras abordam temas como satura\u00e7\u00e3o, cansa\u00e7o e a luta fantasiosa de anunciar o fim do mundo enquanto ele acontece. O \u00e1lbum \u00e9 descrito como um banquete de carne em um mundo colapsado, onde a festa continua apesar do caos.<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\">Em 2024, a banda se apresentou em S\u00e3o Paulo, incluindo shows no SESC Pomp\u00e9ia em com participa\u00e7\u00e3o especial de Ju\u00e7ara Mar\u00e7al e Saskia na Virada Cultural em maio. Essas apresenta\u00e7\u00f5es destacaram a energia vibrante e a proposta sonora inovadora do grupo.<\/span><span style=\"font-weight: 400\"><br \/>\n<\/span><span style=\"font-weight: 400\">Crizin da ZO segue o sincretismo de ritmos e experimenta\u00e7\u00f5es dentro do funk, do samba, do punk, do rap e diversos outros batuques dando forma a atmosfera de Acelero: um eterno retorno \u00e0s veias do sub\u00farbio carioca e do underground nacional.<\/span><\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td><b>SERVI\u00c7O:<\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Corrente, simp\u00f3sio de jornalismo musical, realiza sua segunda edi\u00e7\u00e3o em BH.<\/span><\/p>\n<p><b>Data:<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> 09 e 11 de abril de 2026<\/span><\/p>\n<p><b>Local:<\/b><span style=\"font-weight: 400\"> Usina de Cultura: Rua Dom Cabral,765 Ipiranga<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.sympla.com.br\/evento\/corrente-simposio-de-jornalismo-musical\/3371570?algoliaID=8faf82a4c9948b74770b512b266dc435\"><b>Ingressos gratuitos atrav\u00e9s Sympla.<\/b><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Evento ocorre entre 9 e 11 de abril com debates, apresenta\u00e7\u00f5es de pesquisas e shows &nbsp; CORRENTE \u00e9 o primeiro simp\u00f3sio de jornalismo musical do Brasil e realiza sua segunda edi\u00e7\u00e3o entre os dias 9 e 11 de abril de 2026 em BH. 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