Culturaliza Música Resenhas Shows

Casulo e Sintoma, em BH.

Oi, oi, Culturalizadxs!

 

Venho trazer mais um relato de experiência em show’s por BH.

 

Dessa vez, a banda Cayena e Castello Branco roubam a cena n’A Autêntica. O evento rolou no sábado (09/06).

 

Antes de iniciar, preciso fazer alguns agradecimentos: Gratidão à Bella Radichi e Pri Souza, amigas e companheiras musicais que apresentaram o trabalho do Castello e me fizeram encantar com o a sonoridade deste moço.  Aos Gestores da A Autêntica que sempre abrem as portas da casa para a Equipe Culturaliza BH!

 

A Banda Cayena fez as honras de abertura do som da noite.  Eu não conhecia o trabalho do grupo e, de cara, apaixonei.  Sabe aquela pegada que apresenta uma harmonia entre vocal e instrumental? Eles fazem com maestria!

 

Apresentaram sua primeira obra intitulada “Casulo”, que está disponível em diversas plataformas digitais. Vale a dica. E posso contar um segredo? Já estão nos meus preferidos no DEEZER.

 

E sabem por quê? Porque as letras não passam apenas por nossos ouvidos, são tão marcantes que transbordam a alma. Então anotem a dica e compartilhem conosco!

 

(Fotografia: Divulgação)

 

Já no clima do som que transborda os sentidos mais profundos do “SER”, Castello Branco chega, dessa vez, com sua banda – o que dá mais abertura ao público para interações com o artista -. Trazendo o álbum “SINTOMA”, pela segunda vez a BH, o cantor e poeta fez o público sair do chão e cantar TODAS as músicas apresentadas, em uma sintonia incrível.

 

A esperança amorosa, energia poética e leveza estiveram presentes, edificando e “curando” possíveis conflitos internos por meio da música, pois, Castello faz com sabedoria e entrega – de corpo, alma e mente – todas suas canções. O público sente essa troca energética e o show torna-se mágico!

 

Gratidão, amado! (Quem conhece, sabe bem desta frase!).

 

Agende-se no próximo show!

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Paulo Antunes
Paulo Antunes
Taurino, Pedagogo, filho único, amante da musicalidade (com uma leve – talvez forte - tendência à MPB) e do sorvete de Macadâmia. Espiritualista por vocação e crente na bondade humana por opção. Digamos que é um mix de “som, silêncio e outras raridades."

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