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Os “Sintoma”s de Castello Branco, em Beagá

Carioca, cantor, compositor, instrumentista e poeta, Lucas Domênico Castello Branco Gallo, ou apenas Castello Branco, apresentou-se no Cine Theatro Brasil Vallourec, pela segunda vez e, lá estava o Redator que por aqui registra mais uma experiência musical.

 

Antes de contar para vocês a vivência do show, preciso fazer um agradecimento: Bella Radichi e Pri Souza – amigas e companheiras de shows-, gratidão! Foi por meio delas que conheci o trabalho desse moço que canta e encanta os ouvidos e corações.

 

Bom… vamos lá! Em sua primeira apresentação, em 2015, trouxe seu primogênito chamado “SERVIÇO” à capital mineira. Esse trabalho é reflexo do seu crescimento enquanto pessoa, ser espiritual, com letras que retratam sua infância e seus aprendizados; um verdadeiro serviço a quem ouve e por meio do som tem a oportunidade de interiorizar e fazer uso da consciência reflexiva acerca das ações do dia a dia e que interferem na evolução do ser.

 

No domingo dia 12 de novembro,  as portas do Cine Theatro Vallourec abriram-se para receber “SINTOMA”; segundo filho do cantor. Este trabalho apresenta uma singular leveza sonora de vez religiosa. Os conflitos existenciais e a esperança amorosa são marcas presentes e impactantes que levam o público a acreditar e “depositar” fé em uma sociedade pós-moderna meio vazia, meio cheia e muitas vezes perdida nos excessos.

 

Pés descalços, blusa de malha amarela e um short azul; look mais que adequado para a mensagem/imagem leve que Castello nos passa. Os arranjos simples e íntimos envolvem todos os ouvintes e cria-se uma ponte energética espetacular entre artista e fãs. Assim, a música cura e edifica. Aprimora e constrói histórias de subjetividades, amores, desamores e principalmente a sensação do (re) começo.

 

O cara manda muito bem naquilo que se propõem a fazer. Sempre muito atencioso e solícito, recebeu o público após o espetáculo com um largo sorriso estampado no rosto e ouvidos atentos às mensagens que trazemos.

 

 

Tudo isso é construção. É som. É amor.

 

Gratidão, amado! (Quem conhece, sabe bem desta frase!)

 

Agende-se no próximo show!

 

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Paulo Antunes
Paulo Antunes
Taurino, Pedagogo, filho único, amante da musicalidade (com uma leve – talvez forte - tendência à MPB) e do sorvete de Macadâmia. Espiritualista por vocação e crente na bondade humana por opção. Digamos que é um mix de “som, silêncio e outras raridades."

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