Centros Culturais

Centro Cultural Jardim Guanabara

Com o objetivo de descentralizar a cultura, Belo Horizonte possui, em várias regiões, Centros Culturais que apresentam atividades super bacanas, que contribuem para o desenvolvimento artístico e cultural da comunidade. Um desses centros, é o Centro Cultural Jardim Guanabara, que oferece diversas ações gratuitas à população. O espaço possui biblioteca, salas multiuso com capacidade para 100 pessoas, sala para oficinas, praça de eventos e muito mais, tudo isso à disposição da comunidade.

 

Veja a programação fixa de lá:

 

Oficina de Capoeira

Todas terças e quintas, das 20h30 às 21h30, há uma oficina de capoeira aberta para o público geral. A Capoeira é uma expressão cultural brasileira que mistura arte marcial, esporte, cultura popular e música. 

 

Qi Gong (Chi Kung)

Todo sábado, às 09h15, é realizado um treino interior, aberto para o público geral, com o objetivo de energizar por meio de exercícios respiratórios e de baixo impacto. 

 

Oficina Arte Musical – Violão

Todas terças e quintas, das 18h às 21h, os adolescentes interessados pelo meio musical têm a chance de aprender a tocar violão, com o ministrante Jair Azevedo de Oliveira. 

 

Oficina de Iniciação teatral – Projeto Arte da Saúde 

As crianças e adolescentes também têm a chance de participarem de uma oficina de iniciação teatral, que possibilita vivências artísticas por meio de integração e socialização, buscando aguçar os sentidos e a percepção de si, do outro e do espaço.

 

Centro Cultural Guanabara | Foto: Glenio Campregher

 

Além dessa programação fixa, por lá, são realizadas várias outras atividades itinerantes. Você pode conferir essa programação no site BH Faz Cultura, atualizado pela Prefeitura de Belo Horizonte.

 

Centro Cultural Jardim Guanabara

 

Onde: Rua João Álvares Cabral, 277, Floramar

Contato: ccjg.fmc@pbh.gov.br – Tels.: (31) 3277-6703 / 6651

 

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Charles Douglas
Charles Douglas
Virginiano, metropolitano de Ibirité, mas com a vida construída em BH, jornalista recém formado e apaixonado pelos rolês culturais da capital mineira. Está perdido no mundo da internet desde quando as comunidades do Orkut eram o Culturaliza de hoje. Quando não está com a catuaba nas mãos, pelas ruas de Belo Horizonte, está assistindo SBT ou desenhos no Netflix.

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