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Crônica: Quando caem no chão ou simplesmente são trazidas pelo vento

Tudo se transforma quando Dinorá e Eriberto observam por trás daquelas grades uma cor a se formar.

 

O dia foi tenso, pois ouviram casos e mais casos de violência e, mesmo por trás daquela proteção, ver o amarelo se formar no chão por aquelas pétalas, não se sabe se caíram daquela árvore ou se foram trazidas pelo vento, uma nova respiração foi dada pelos dois.

 

– Depois de um dia de falatórios cinzentos, enxergar esta cor, revigora a alma – disse Dinorá. E sabem o que dizem da cor amarela? – perguntou.

 

– Não sei, mas sei que sinto uma renovação em mim. – conta Eriberto.

 

– Pois é! Li que esta cor significa “luz, calor, descontração, otimismo e alegria” e simboliza, entre outras coisas, a prosperidade e felicidade. – citou Dinorá.

 

– Gente, essa cor caiu do céu! Precisávamos vê-la para tudo que escutamos hoje se transforme em algo bom! – falou Eriberto. Ainda não sei o que podemos fazer, mas temos que fazer. – concluiu.

 

Antes de continuarem o caminho para casa para pegarem o bloco de notas e fazerem anotações, Dinorá e Eriberto ainda olhavam para aquele amarelo e outras novas respirações eram dadas por ali.

 

Imagens minhas transformadas em textos às quintas-feiras.

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Laura Barbosa
Laura Barbosa
Sou essa moça, mãe de menina, que se atreve a tirar fotos e brincar com as palavras. Literatura na alma, filmes no coração. Um bom vinho, um bom papo com marido e bons amigos. Tenho meus medos, sou ansiosa! Sou essa moça, esquisita e gente fina!

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