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Sinfônica POP Lenine (Meu presente de Aniversário)

Olá, Culturalizados/as! Como estamos? Espero que todos/as bem!

 

Quem viu o post sobre o Show do Lenine? Então, estou aqui para dividir com vocês os dois dias do espetáculo do “Leão do Norte”.

 

Todos/as sabem que tenho “Leninite aguda”, que foi adquirida em 2006 por meio do Acústico MTV.  Ao ouvir o som do cara logo me interessei. A partir daí fui buscando a história de vida e artística do Lenine.  A cada descoberta ficava mais encantado com suas músicas que trazem a cultura brasileira de uma forma não rotulada. É Rock, é MPB, é SambaÉ BRASIL

 

Em 2011, o Galego fez um show no Palácio das Artes e lá estava eu. Era meu primeiro show. Hoje em dia, já perdi a conta dos shows, fotografias, autógrafos e conversas. Na verdade, eu sempre faço um roteiro com “um milhão de coisas para falar”, mas a emoção é tão forte que nunca saí do jeito esperado, mas ainda sonho em conseguir. Quem sabe da próxima eu leve um Check List.

 

Meus/minhas amigos/as não curtem este tipo de som, mas a falta de companhia nunca me fez perder a vontade de ir aos shows de artistas que tanto sou “tiete”.

 

Fazendo um apanhado da minha história de fã do Lenine, encontrei no 1º show que eu fui, uma moça morena, de largo sorriso, magra e super simpática de nome Polyana Valente. Estávamos na fila para ver e tirarmos fotos com o músico, produtor, compositor, poeta Lenine. (Viram? Eu sou muito “tiete” RISOS)

 

Acredito que Poly notou meu nervosismo e veio conversar para aliviar. Conversa vai, conversa vem e, estamos em uma linda amizade musical até hoje. Somos parceiros na Área da Educação (Professores) nos carnavais, nas confidências e, lógico que fomos juntos neste último show. A Sol (filha da Poly) não foi, mas a prima Júlia fez as honras. Ela é uma gracinha de fofa! Essa família Valente mora no meu ♥  

 

 

A abertura do espetáculo foi com o arranjo feito por Fred Natalino, que conseguiu colocar mais de 30 músicas em uma só. Acho que até mesmo Lenine teria dificuldades para identificar todas. O cara mandou muito bem!

 

Tiveram músicas de um repertório do último CD, chamado Carbono (2015) e sucessos consagrados que permeiam  Chão (2011), In Cité ( primeiro trabalho ao vivo lançado em 2004) e  Olho de Peixe (1993).

 

A nova roupagem das músicas em um ambiente de Orquestra é algo sensacional; “ Esse é o metal pesado”, segundo Lenine.

 

O primeiro encontro com a Orquestra sinfônica de Minas Gerais e com o Regente Marcelo Ramos aconteceu no ano de 2014 em Inhotim.  Imaginem só a sonoridade  rodeada pelo verde da natureza! Foi SUBLIME.

 

O público estava animado, mesmo não estando com todas as músicas “na ponta da língua”, mas acho um máximo eu sempre cantarolar alto e ajudar o Galego quando ele erra. Sim, ele erra, mas fica tudo LINDO do mesmo jeito.

 

A acústica do Palácio das Artes é ideal para nós que gostamos e identificamos os tempos e instrumentos de cada parte da música.  Foram dois dias de um espetáculo que, em minha vivência não poderiam ser melhores para comemoração do meu aniversário e dia das mães.

 

Ah! Já estava me esquecendo de dizer: ele continua muito fofinho e extremamente atencioso com os/as fãs. Sem contar que cheiroso também.  Desta vez tive o prazer de conhecer Pantico Rocha, seu baterista de longa data.

 

Os caras são fo#a mesmo!

 

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Até a próxima resenha. Aguardem … Maria Bethânia vem aí!

 

Agendem-se!

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Paulo Antunes
Paulo Antunes
Taurino, Pedagogo, filho único, amante da musicalidade (com uma leve – talvez forte - tendência à MPB) e do sorvete de Macadâmia. Espiritualista por vocação e crente na bondade humana por opção. Digamos que é um mix de “som, silêncio e outras raridades."

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