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Quartas Italianas na Casa Fiat de Cultura: Futurismo

O tema desta “Quartas Italianas na Casa Fiat de Cultura” será o Futurismo, o movimento cultural e artístico iniciado na Itália em 1990. Luciano Sepuvelda, professor de História da Arte da Escola Internacional Fundação Torino, mostrará como o Futurismo transformou a realidade italiana à época e colocou o país novamente na vanguarda artística europeia.

 

O Manifesto Futurista, escrito pelo poeta Filippo Tomaso Marinetti no início do século XX, que que envolveu todas as expressões artísticas , propondo uma revolução cultural e artística, será abordado pelo professor Luciano em uma palestra chamada “Futurismo: um encontro entre arte, tecnologia, ciência, e política” e terá como foco duas maiores expressões, artística e política, que apesar de bastante conectadas por alguns princípios comuns são também contraditórias.

 

Esta é a quinta edição do programa “Quartas Italianas na Casa Fiat de Cultura” que, desde 2015, apresenta palestras gratuitas de experts em arte, história, música e literatura italiana. O programa é uma parceria da Casa Fiat de Cultura, da Fundação Torino e do Consulado Italiano em Belo Horizonte, e uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, da Casa Fiat de Cultura, com o apoio do Grupo Fiat Chrysler Automobiles (FCA), Banco Fidis, Fiat Finanças, CNH Industrial, New Holland, Banco Safra, Circuito Liberdade, Instituto Estadual do Patrimônio Histórico (Iepha), Governo de Minas e Governo Federal.

 

 

Quartas italianas na Casa Fiat de Cultura

“Futurismo: um encontro entre arte, tecnologia, ciência, e política”

 

Quando: 10 de maio (quarta-feira)

Horas: 19h30

Onde: Espaço Multiuso da Casa Fiat de Cultura – Praça da Liberdade, 10 – Funcionários – BH/MG (4º andar)

Quanto: Gratuito

Espaço sujeito à lotação (250 lugares)

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Charles Douglas
Charles Douglas
Virginiano, metropolitano de Ibirité, mas com a vida construída em BH, jornalista recém formado e apaixonado pelos rolês culturais da capital mineira. Está perdido no mundo da internet desde quando as comunidades do Orkut eram o Culturaliza de hoje. Quando não está com a catuaba nas mãos, pelas ruas de Belo Horizonte, está assistindo SBT ou desenhos no Netflix.

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