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Resenha: Ana Muller, Paulo e Thay, na A Autêntica, relato de um show!

Olá, você “Culturalizado/a” que acompanha o site mais cultural e informado de BH. Tudo bem? Estou aqui para dividir contigo um pouco do que foi o show da Ana Muller, na A Autêntica.

 

Postei uma matéria referente ao show e, logo estava com meu ingresso comprado. Eu e a Thayane Silva, minha amiga-irmã que apresentou essa doçura aos meus ouvidos.

 

 Para você que ainda não conhece o trabalho da moça, vou relembrar algumas coisas do post anterior:

 

Ana Muller é natural de Ibatiba-ES, foi vocalista da banda Aurora, vencendo diversas competições. Uma delas foi o Festival Prato da Casa; que é um dos eventos mais importantes da música capixaba independente. 

 

Usando de uma melancolia poética em suas composições, Ana faz com que quem lhe ouça “não vá embora, não”, parafraseando a faixa “não vá embora”, do seu primeiro trabalho de estúdio, chamado EP.

 

Para um show dar certo, além de talento o/a artista precisa de um bom suporte da Casa a qual irá ser seu palco. Nesse ponto, A Autêntica não deixou a desejar. O ambiente é mais que aconchegante, com preços acessíveis, organização e limpeza em todos os espaços. São dois andares, onde o 1º piso ficaram os/as fãs que gostam de mais movimento. No 2º piso, com mesas e cadeiras, é ideal para quem quer algo mais tranquilo sem perder a qualidade do som.  Fiquei por lá, já que sou um jovem-velho. (Risos). Acho que a Thay também e, sei que ela vai “me bater” após ler isso.  (Mais risos)

 

As inúmeras sensações foram do início ao fim do show. Por um momento pensei não conseguir expressar em palavras, mas vamos lá!

 

Todo o público estava afiado nas canções. O poema, arranjos suaves e ao mesmo tempo impactantes fizeram a festa. As composições de Ana faz com que aquele primeiro amor do 5º ano do ensino básico venha e te faça chorar e logo depois outra canção vem te confortar.

 

Sorte a minha que não chorei e muito menos me afoguei em ex-amores (mentira). O que mais me chama atenção é o fato da pós-modernidade estar presente nas relações, deixando elas efêmeras. Igual a Ana diz em suas poesias.

 

Ao término do espetáculo, aquela fofinha (literalmente) anunciou que receberia os/as fãs. (Buuum! Logo se formou uma imensa fila, mas fomos espertos e logo estávamos na porta). Muito solícita, nos deu um abraço de urso (os que mais gosto), um largo sorriso e ainda deixou seu perfume em minha blusa de malha!

 

Na saída, Thay e Eu parecíamos duas crianças que acabaram de ganhar um doce. Alegria transbordava nos olhares e risadas pelas ruas de Beagá.

 

Quem ainda não teve essas sensações, vá ao show da Ana Muller. Aposto não se arrepender!

 

Até o próximo show, amores e amoras. Não se esqueçam de acompanhar nossos posts e de se agendar!

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Paulo Antunes
Paulo Antunes
Taurino, Pedagogo, filho único, amante da musicalidade (com uma leve – talvez forte - tendência à MPB) e do sorvete de Macadâmia. Espiritualista por vocação e crente na bondade humana por opção. Digamos que é um mix de “som, silêncio e outras raridades."

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